Eu tinha combinado de encontrar ele só para beber. Terceiro date. Nada sério. Ele era mais velho, calmo, mãos grandes e um jeito de olhar que já tinha me deixado molhada nas outras vezes.
Saímos de um bar perto da Lagoa com a cabeça leve e o corpo quente. No elevador do prédio dele a mão dele desceu pela minha bunda por cima do vestido e apertou. Eu não tirei.
Dentro do apartamento ele nem acendeu a luz da sala. Me beijou contra a parede, subiu o vestido e descobriu que eu estava sem calcinha. Dois dedos entraram fácil. Eu já estava encharcada.
“Hoje eu quero diferente”, eu falei contra a boca dele.
Ele parou, olhou nos meus olhos e perguntou só: “Diferente como?”
Eu virei de costas, apoiei as mãos na parede e afastei um pouco as pernas. “Quero sentir você no meu cu.”
Ele soltou o ar pelo nariz, baixo. Pegou lubrificante na gaveta do quarto (eu nem perguntei por que tinha) e me levou até a cama. Me colocou de quatro. Passou o dedo molhado devagar no meu cuzinho, pressionando só a ponta. Eu contraí e depois relaxei. Ele enfio o dedo até a junta, mexendo, abrindo. Depois colocou dois. Eu gemia com o rosto no travesseiro.
Quando tirou os dedos, senti a cabeça do pau encostar. Ele passou mais lubrificante e começou a empurrar. A cabeça abriu devagar. Ardeu um pouco. Eu soltei o ar e pedi para ele ir com calma. Ele obedeceu. Entrou centímetro por centímetro até eu sentir as bolas encostarem na minha boceta. Estava completamente dentro do meu cu.
Ficamos parados alguns segundos. Eu respirava fundo, sentindo o preenchimento estranho e gostoso ao mesmo tempo. Depois ele começou a se mover. No começo bem lento, quase saindo inteiro e entrando de novo. O lubrificante fazia barulho molhado. Cada estocada abria mais. A dor foi virando outro tipo de calor.
“Pode ir mais fundo”, eu falei.
Ele segurou minha cintura e acelerou. O pau sumia inteiro a cada metida. Eu estava de quatro, cabelo loiro caindo no rosto, gemendo alto demais para o apartamento. Ele metia com ritmo firme, sem pressa de acabar. Em algum momento desceu a mão e esfregou meu clitóris enquanto fodia meu cu. Eu gozei primeiro, contraindo forte em volta do pau dele, com as pernas tremendo.
Ele não parou. Continuou metendo enquanto eu ainda tremia. O aperto ficou ainda maior. Quando senti ele latejar, perguntei: “Onde?”
“Dentro”, ele respondeu rouco.
Enterrou até o fundo e gozou. Quente, longo, pulsando. Eu senti cada jato enchendo meu cu. Quando ele saiu, a porra escorreu imediatamente, grossa, descendo pela minha boceta e molhando o lençol.
Eu fiquei de quatro mais um tempo, respirando, sentindo o cuzinho latejar e o líquido quente escorrer. Ele passou a mão e espalhou o que tinha sobrado, depois se deitou do meu lado.
Nenhum dos dois falou nada por um minuto. Eu só virei o rosto e falei, ainda ofegante: “Próxima vez você pode ir sem tanta calma.”
Ele riu baixo, beijou meu ombro suado e respondeu: “Pode deixar.”
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