A festa acabou e eu ainda estava no embalo. Abadá soltinho, cabelo grudado de suor, seios aparentes a cada movimento. No estacionamento, um desconhecido me puxou pelo cordão do abadá e eu não pensei duas vezes.
O Folianópolis sempre me deixava assim: suada, bêbada o suficiente e com o corpo inteiro pedindo contato.
Eu estava de abadá branco, o tecido fino colado nos seios a cada passo. Sem sutiã. Os mamilos marcavam fácil. Cabelo loiro preso num rabo de cavalo bagunçado, maquiagem borrada, pulseiras de neon ainda no braço. A última música tinha acabado fazia uns vinte minutos e o estacionamento estava um caos de gente tentando achar Uber e carro.
Eu caminhava entre os veículos quando senti alguém puxar de leve o cordão do abadá. Virei. Ele era alto, moreno, ainda de abadá também — olhar cansado e tesudo ao mesmo tempo.
“Você vai embora sozinha?”, perguntou.
Olhei em volta. Minhas amigas já tinham sumido num carro. Dei de ombros.
“Depende da proposta.”
Ele sorriu de canto e apontou com a cabeça para um canto mais escuro, entre duas vans. Eu segui.
Assim que viramos o corredor de carros, ele me encostou na lateral fria de uma caminhonete e beijou. A boca dele tinha gosto de cerveja e gelo de limão. A mão subiu por baixo do abadá e encontrou meu peito nu. Apertou, passou o polegar no mamilo já duro. Eu gemi contra a boca dele.
“Porra, que peito gostoso…”
Ele abaixou o abadá pelos ombros até a cintura, deixando meus seios livres. A noite estava quente, mas o vento bateu nos mamilos e me fez tremer. Ele chupou um, depois o outro, com fome, enquanto a mão descia pela minha saia curta e encontrava a calcinha encharcada.
Dois dedos entraram fácil. Eu abri as pernas e segurei o cabelo dele.
“Rápido”, falei. “Antes que alguém passe.”
Ele abriu a bermuda, tirou o pau duro e me virou de frente para a caminhonete. Levantei o abadá e a saia, puxei a calcinha para o lado. Ele esfregou a cabeça molhada na minha boceta e empurrou de uma vez. O pau entrou fundo, quente, abrindo tudo. Soltei o ar e apoiei as mãos no capô.
Ele meteu com vontade, segurando minha cintura. O abadá balançava a cada estocada. Meus seios batiam livres. O barulho molhado da minha boceta engolindo o pau misturava com as vozes distantes do estacionamento. De vez em quando um farol passava longe e a gente parava meio segundo, rindo baixo, antes de ele voltar a foder mais forte.
“Mais fundo”, pedi.
Ele obedeceu. Uma mão subiu e apertou meu peito enquanto metia. Eu gozei primeiro, contraindo em volta dele, gemendo com a testa encostada no metal frio. Ele segurou mais uns segundos e gozou dentro, pulsando, enchendo.
Ficamos parados, ainda encaixados, respirando pesado. Quando ele saiu, a porra escorreu imediatamente pela minha coxa. Puxei a calcinha de volta e ajeitei o abadá, cobrindo os seios de novo.
Ele ajeitou a bermuda e me olhou.
“Número?”
Passei, ainda ofegante.
Ele beijou meu pescoço suado uma última vez e sumiu entre os carros. Fiquei ali mais alguns segundos, sentindo o líquido quente escorrer, o abadá grudado no corpo e o som distante de gente gritando por Uber.
No dia seguinte acordei com a mensagem dele:
“Ainda estou com o gosto do seu peito na boca.”
Sorri, ainda deitada, e respondi só com um emoji de diabinha.
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