Meu primeiro ménage com dois caras aconteceu por acidente.
Não foi planejado, embora eu já tivesse fantasiado sobre isso várias vezes. Foi num festival de dança, para onde eu tinha ido com algumas amigas da faculdade.
No meio da festa conhecemos um grupo de rapazes da nossa idade e acabamos bebendo e dançando com eles até tarde. Um deles me chamou atenção desde o começo: bonito, engraçado, fácil de conversar. A gente dançou colado, depois começou a se beijar. Em algum momento ele sugeriu que a gente fosse para a tenda dele. Disse que o amigo com quem dividia o espaço ainda ia ficar na festa por horas e que a gente não seria incomodado.
Eu aceitei na hora. Nessa época eu não precisava de muito encorajamento, e a ideia de transar numa tenda, com dezenas de outras tendas bem perto, me deixou ainda mais excitada. Tinha acabado de experimentar sexo em público pela primeira vez e ainda estava com aquele tesão de risco na pele.
Chegamos na tenda. Estava vazia, exatamente como ele tinha falado. Deitamos em cima do saco de dormir e voltamos a nos beijar. Eu estava de short bem curto. Ele colocou as mãos na minha bunda logo de cara e, sem muita demora, puxou o short e a calcinha juntos. Fiquei nua da cintura para baixo, pernas abertas, enquanto ele brincava com a minha boceta já molhada. Dedos devagar no clitóris, beijos fundos. Eu enfiei a mão na calça dele, tirei o pau duro e comecei a masturbar.
Não durou muito tempo. Eu já estava demais. Falei que queria ele dentro. Ele subiu em cima de mim, encaixou o pau e entrou devagar. O tamanho era médio, mas a sensação de estar ali, sabendo que qualquer gemido alto podia ser ouvido nas tendas vizinhas, me deixou louca. Ele meteu em ritmo firme, depois ergueu minhas pernas e foi mais fundo. Eu gemia sem conseguir segurar.
Foi aí que a tenda abriu com o barulho do zíper.
Os dois travamos. Ele não saiu de dentro de mim. O amigo dele tropeçou para dentro, viu a cena e começou a rir.
“Não se incomodem comigo. Vou dormir.”
O cara que estava me fodendo me olhou e perguntou baixo o que eu queria fazer. Eu estava perto de gozar. Respondi a verdade:
“Continua.”
Ele voltou a meter, agora mais forte. A ideia de ser comida na frente de outra pessoa me pegou de um jeito que eu não esperava. Eu gostei. Gostei pra caralho. Em algum momento ele me virou de quatro. Agora eu estava de frente para o outro lado da tenda. No escuro deu para ver: o amigo não tinha ido dormir. Estava com o pau na mão, se masturbando, olhando direto para mim.
O pau dele era mais grosso e maior. Eu senti a boceta latejar só de ver. Enquanto continuava sendo fodida por trás, comecei a apertar os próprios seios e a gemer olhando nos olhos dele. Fazendo um show de propósito. O cara que estava me comendo percebeu. Perguntou ao amigo se ele queria entrar na brincadeira.
Eu abri a boca.
Ele veio até mim e enfiei o pau grosso entre os meus lábios. Pela primeira vez na vida eu tinha dois paus ao mesmo tempo. Um me empurrando por trás, o outro enchendo minha boca. Cada estocada me forçava a engolir mais fundo. Eu estava sendo usada dos dois lados e adorava.
O primeiro gozou rápido depois que eu comecei a chupar o amigo. Saiu de dentro de mim ainda latejando. Continuou me olhando enquanto o outro falava:
“Experimenta. Ela está apertada pra caralho e toda molhada.”
Aquilo me deixou ainda mais puta. Ser tratada daquele jeito, como se eu fosse só um corpo gostoso para eles dividirem, me excitou de um jeito sujo e gostoso. O segundo perguntou se podia me foder também. Com a boca ainda cheia, eu balancei a cabeça que sim.
Ele tirou o pau da minha boca, colocou camisinha (o amigo jogou uma) e se posicionou atrás de mim. Quando entrou, eu senti a diferença na hora. Mais grosso, abrindo tudo. Comecei a gemer mais alto do que com o primeiro. Não consegui segurar. Em poucos minutos gozei forte, gritando. Gritei alto o suficiente para a tenda vizinha ouvir.
Ouvi um grupo de caras torcendo do lado de fora.
A vergonha veio depois do orgasmo, rápida e quente. Mas o segundo não parou. Continuou metendo até gozar também. Assim que ele saiu, eu me vesti às pressas. Não quis ficar para conversa. Nem procurei a calcinha no escuro. Deixei lá.
Quando saí da tenda, o grupo que tinha torcido ainda estava fumando do lado de fora. Eles bateram palma de novo quando me viram. A vergonha já tinha virado outro tipo de tesão. Passei por eles e abri a blusa rapidinho, mostrando os seios, antes de sumir no meio das outras tendas.
Até hoje eu me pergunto se os dois tinham combinado alguma coisa. Se o primeiro tinha mandado mensagem para o amigo voltar. Nunca soube. E, sinceramente, não importa. Naquela noite eu fodi dois caras diferentes, tive dois paus dentro de mim ao mesmo tempo e descobri o quanto gostava de me sentir observada e usada.
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