Eu sempre gostei de explorar as diferentes formas de sentir prazer. Meu objetivo sempre foi fazê-la gozar antes mesmo de pensar em gozar. Isso me fez ficar atento a toques, carícias e carinhos focados só nela, muitas vezes deixando a penetração em segundo plano, e colocando todas as atenções nas reações que meus toques provocam. Quando juntei minhas habilidades à safadeza daquela loirinha, tudo ficou muito intenso e cada vez mais completo.
Sempre que o desejo dominava, os pedidos vinham dela em um tom muito sedutor… Havia algo provocante na maneira como ela pedia as coisas. Não era só o tom de voz, quase um sussurro rouco carregado de desejo, mas a naturalidade com que transformava qualquer lugar em um espaço de intimidade. Como naquela vez, quando ela me ofereceu uma carona. Pelo trajeto do carro, já sabia que não estávamos indo para casa. Exploramos diversas ruas e becos da cidade e sabia que ela estava me levando para um deles. Enquanto ela dirigia, tentava mostrar naturalidade, mas eu podia notar ela se transformando, o tesão tomando conta e a expectativa de gozar crescendo lentamente… Quando o carro finalmente parou, ela olhou para mim com aquele sorriso que parecia saber exatamente o que queria. Então disse, com voz já engasgada:
“Você sabe o que eu quero, né!?”
Antes que eu pudesse responder, ela começou a abrir o botão do jeans, empurrando o banco do carro para trás, abrindo espaço.
“Quero gozar com seus dedinhos!”
Eu sabia que não tinha como dizer não. Era impossível resistir à mistura de ousadia e desejo que ela emanava. Simplesmente deixei ela se preparar com todo cuidado, para receber minhas carícias.
Ela se inclinou no banco, já sem as calças, apenas com a calcinha que insistia em esconder aquela delícia quente que tinha sob ela. Ela ajustou o corpo para deixar as pernas bem abertas e sua bucetinha livre para ser invadida. Seu olhar encontrou o meu, cheio de expectativa, e guiou minha mão até o meio das suas pernas, enfiando meus dedos dentro da sua calcinha. Senti o calor do tesão dela antes mesmo de tocar.
Quando minha mão encostou na pele lisa e delicada daquela bucetinha rosada, ela estava inchada, pulsando e toda encharcada. Em um gesto ágil, mas carinhoso, abri os lábios ainda fechados e deslizei os dedos para dentro. Sua pele sedosa e úmida pulsava de desejo. Ela soltou um suspiro entrecortado, quase um gemido rouco, enquanto eu começava a explorar seu clitóris com movimentos firmes e deliberados. Seus quadris se mexiam sozinhos, buscando mais pressão.
Como tinha pouco espaço, fui puxando a calcinha aos poucos, com a intenção de penetrar ainda mais meus dedos. Ela não esperou: num movimento único, baixou a calcinha rapidamente, abrindo ainda mais as pernas, me chamando com um olhar provocante.
Não hesitei. Coloquei a mão novamente na sua buceta, agora completamente aberta. Com movimentos lentos e fortes, apertava seu clitóris e levava os dedos até a entrada da bucetinha rosada. De olhos fechados, largada no banco, ela murmurava:
“Isso… assim… Não para, por favor!”
Sua voz tremia de desejo. Os dedos dela agarravam o banco com força. Eu sentia o pulsar da sua bucetinha contra meus dedos. Alternava carícias delicadas com movimentos mais intensos. O corpo dela inteiro vibrava. Os gemidos foram ficando mais altos, a respiração irregular, os músculos tensos. Eu passava os dedos na entrada da bucetinha, acariciando o clitóris em movimentos circulares, enquanto mantinha ela levemente aberta, com dois dedos massageando o ponto G.
Ela pedia força, velocidade, mas eu mantinha o controle, para que ela sentisse cada movimento. Depois de vários minutos de carícias quentes e cheias de tesão, ela suspirou forte, seguido por um forte gemido. O corpo tremeu violentamente. Ela pressionou minha mão contra si, buscando aquele último estímulo. Um gemido profundo e rouco encheu o carro enquanto ondas de prazer a atravessavam. Arqueou as costas, lábios entreabertos, entregue por completo.
Depois do orgasmo, ela ficou alguns segundos ofegante, olhos fechados, saboreando as últimas ondas. Então abriu os olhos devagar e me lançou um olhar cheio de malícia.
“Minha vez”, murmurou, voz rouca e provocante.
Antes que eu pudesse responder, ela já se movia no banco estreito. Ainda sem o jeans, ela se arqueou sobre meu corpo. Suas mãos ágeis abriram minha calça, abaixando-a junto com a cueca. Ela não queria perder tempo!
Meu pau estava duro, latejando, vê-la gozar tinha me deixado louco. A cabeça do meu pau pulsava e ele tremia de tesão. Era visível que ele estava todo lambuzado, um “caldinho” que ela fez surgir com toda sua safadeza. Para ela, aquilo era como mel! Não limpou, não passou a mão, pois desejava se deliciar. Com um gesto sensual, abriu sua boca, e envolveu toda a cabecinha com a língua, servindo-se de cada gota, se lambuzando.
Ela olhava para mim com a boca semiaberta, lambuzada, com prazer em chegar ali com a boca e se deliciar comigo, antes de iniciar um boquete quente e guloso. Seus lábios carnudos envolveram primeiro só a cabeça, depois engoliu meu pau inteiro num gesto firme. A boca quente, a língua explorando cada centímetro, as mãos acompanhando o ritmo. Ela alternava movimentos lentos e profundos com outros rápidos e intensos, me levando ao limite.
O carro apertado amplificava tudo: o som das respirações, o calor dos corpos, o jeito como ela dominava o momento. Quando senti que estava perto de gozar, ela apenas sorriu contra mim, como se dissesse que sabia exatamente o que fazia.
Com um último movimento firme dos lábios e um toque da língua, eu explodi. Gozei um jato forte e volumoso. Ela sugou tudo, sem parar, com desejo.
Quando terminei, ela inclinou a cabeça para trás, abriu a boca devagar e mostrou a língua rosada. Percorreu os lábios, limpando qualquer vestígio. Depois aproximou o rosto do meu, boca entreaberta, completamente limpa.
“Pronto”, murmurou, voz baixa e íntima. “Nem uma gota! Agora estamos quites.”
O silêncio que veio depois parecia ainda mais quente que tudo o que tinha acontecido dentro daquele carro. Por alguns segundos, nenhum dos dois disse nada. Só existia o som da respiração pesada, os vidros levemente embaçados e aquele cheiro inevitável de prazer que parecia ter tomado conta do interior do carro. Ela continuava perto de mim, com os joelhos apoiados no banco e os cabelos loiros caindo sobre os ombros, enquanto recuperava o fôlego devagar.
Passei a mão pela sua cintura, sentindo a pele ainda arrepiada. Ela fechou os olhos por um instante, aproveitando o carinho, mas aquele sorriso safado continuava ali, denunciando que a mente dela já passeava por outras ideias.
“Você percebe que a gente nunca consegue se comportar?”, ela sussurrou, divertida.
Sorri sem responder. Porque ela tinha razão. Com ela, qualquer momento simples carregava uma tensão diferente. Bastava um olhar atravessado, um toque mais lento ou uma frase dita no ouvido para tudo virar provocação.
Ela voltou a se vestir devagar, sem qualquer pressa. Primeiro a calcinha, depois o jeans subindo lentamente pelas pernas. Mas fazia tudo olhando para mim, como se soubesse o efeito que cada movimento ainda causava. Quando terminou, se aproximou outra vez e deixou um beijo demorado no canto da minha boca.
“Eu gosto disso na gente…”, murmurou. “Não é só tesão. É a forma como você me olha… como me toca… como me faz sentir desejada antes mesmo de qualquer coisa acontecer.”
Ela ligou o carro novamente. O motor roncou baixo enquanto saímos devagar daquela rua escura, como se nada tivesse acontecido ali.
Mas tinha acontecido.
E nós dois sabíamos que, em algum outro momento qualquer, bastaria ela me olhar daquele jeito outra vez para tudo recomeçar.
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