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A colega que nunca queria ir direto pra casa entrou no meu carro no fundo do estacionamento do shopping

Ela era a colega que sempre arrumava uma desculpa para não ir direto para casa, e eu era o cara que ficava até tarde no escritório. Numa sexta-feira, no fundo do estacionamento do shopping, o banco do passageiro do meu carro ficou pequeno para o que a gente queria.

Proibido · 3 min · Gustavo · 1 leituras

Eu já a conhecia há alguns meses. Ela era a colega de trabalho que sempre inventava uma desculpa para não ir direto para casa. Eu era o cara que ficava até mais tarde no escritório só para ter uma desculpa também. Naquela sexta-feira o shopping estava lotado, mas o estacionamento do fundo quase vazio. Meu carro, um sedã escuro, parecia o único lugar discreto do mundo.

Ela entrou primeiro no banco do passageiro, ainda com a saia de trabalho e o cabelo preso. Eu tranquei as portas, deixei o motor ligado e fiquei olhando para ela por alguns segundos. Só o barulho baixo do ar-condicionado preenchia o silêncio.

“Você tem certeza?”, perguntei, a voz baixa.

Ela não respondeu com palavras. Apenas puxou a saia para cima, tirou a calcinha com calma e a deixou cair no assoalho. Depois se virou de lado, de costas para mim, e abriu um pouco as pernas no espaço apertado do banco.

Reclinei o banco dela até o fim, passei para o lado dela e me ajeitei atrás o melhor que consegui. A alavanca do câmbio atrapalhava o joelho, o teto do carro limitava qualquer movimento maior. Passei a mão pela nádega dela, sentindo a pele quente, molhei o dedo na boca e desci até o cuzinho, que ficou úmido de saliva e vontade. Empurrei a cabeça do meu pau ali, devagar. O anel se abriu com dificuldade, apertando tanto que eu tive de parar no meio do caminho, respirando fundo contra a nuca dela.

Ela mordeu o próprio braço. O corpo inteiro estava tenso. Cada centímetro a mais fazia o interior dela se fechar em volta de mim com uma pressão quase dolorosa. O carro era pequeno demais para aquilo. Qualquer estocada era curta, profunda, e o atrito do tecido do banco contra a pele só aumentava a sensação de estarmos espremidos um no outro.

Eu meti até o fundo e fiquei parado, sentindo as contrações dela. Depois comecei a me mover em ritmo lento, quase cuidadoso. A mão livre desceu pela barriga dela e encontrou o clitóris. Enquanto meu pau entrava e saía do cuzinho apertado, os dedos faziam círculos firmes. O gemido dela saiu abafado contra o encosto.

O cheiro de suor e sexo foi tomando conta do ar fechado. O banco rangeu. O carro balançou de leve a cada movimento mais forte. Quando ela gozou, o corpo inteiro tremeu e o cuzinho apertou com tanta força que eu não consegui segurar. Enterrei até o fim e gozei lá dentro, ofegante, a testa apoiada no ombro dela.

Ficamos quietos por um tempo. O ar-condicionado continuava soprando frio. Lá fora, faróis de outros carros passavam de vez em quando, distantes. Ela se mexeu primeiro, ajeitando a saia com as mãos ainda trêmulas. Eu saí dela com cuidado, limpei o que pude com a calcinha que estava no chão e a guardei no bolso sem dizer nada.

Ela olhou para mim de canto, o cabelo um pouco solto, o batom borrado.

“Amanhã você me liga?”, perguntou só.

Eu acenei com a cabeça. Engatei a marcha. O carro saiu do estacionamento em silêncio, misturando-se aos outros como se nada tivesse acontecido.

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