Leitura

Ele me comeu no banheiro do bar enquanto minhas amigas estavam na mesa

Eu estava com as meninas num bar perto da Augusta quando troquei olhar com um cara no balcão. Na terceira cerveja fui ao banheiro. Ele me seguiu. A gente transou rápido ali dentro, enquanto minhas amigas continuavam na mesa sem suspeitar de nada.

Casuais · 3 min · Letícia · 2 leituras

A gente só tinha se olhado duas vezes a noite inteira.

Eu estava com as meninas num bar perto da Augusta, mesa alta, cerveja suando no copo. Ele estava no balcão com dois amigos. Camisa preta arremangada, antebraços veiados, um relógio simples no pulso. Toda vez que eu ria mais alto, ele olhava. Toda vez que ele bebia, eu olhava.

Na terceira cerveja eu fui ao banheiro. Quando saí da cabine ele estava encostado na pia, esperando. Não tinha ninguém mais.

“Você vai ficar me olhando a noite toda ou vai fazer alguma coisa?”, eu perguntei.

Ele não respondeu. Só me puxou pela cintura e beijou. Boca quente, gosto de cerveja e menta. A mão dele desceu direto pro meu short de linho, por baixo, e encontrou a calcinha já molhada. Dois dedos entraram sem pedir licença. Eu gemi contra a boca dele e ele apertou mais fundo.

“Quietinha”, ele falou no meu ouvido. “Suas amigas estão logo ali.”

Eu virei de frente pra pia, abri as pernas e puxei o short junto com a calcinha até as coxas. Ele abriu a calça, tirou o pau duro e esfregou a cabeça molhada na minha boceta, de propósito, devagar. Eu rebolei pra trás pedindo. Ele enfiou de uma vez só, até o fundo.

A primeira estocada me fez soltar o ar. Ele tapou minha boca com a mão e começou a foder com força, curto e fundo, o barulho molhado abafado pelo som da música do bar. Eu segurei a pia com as duas mãos, sentindo o pau dele abrir tudo, as bolas batendo na minha boceta a cada metida. O espelho embaçou com a nossa respiração.

Ele tirou a mão da minha boca e desceu pro clitóris, esfregando em círculos rápidos enquanto metia. Eu gozei primeiro, apertando o pau dele com força, gemendo baixo demais pra quem estava gozando daquele jeito. Ele segurou minha cintura com as duas mãos e fodeu mais rápido, sem ritmo, só vontade. Gozei de novo quando senti ele latejar e despejar tudo dentro, quente, pulsando, enchendo.

Ele ficou enterrado mais uns segundos, respirando no meu pescoço. Depois saiu devagar. A porra escorreu imediatamente, descendo pela minha coxa. Eu puxei a calcinha de volta e senti ela encharcar na hora.

Ele ajeitou a calça, me olhou no espelho e falou só:

“Número.”

Eu passei. Ele salvou e saiu primeiro.

Voltei pra mesa com as pernas tremendo e a calcinha colada. Uma das meninas perguntou se eu estava bem. Eu peguei a cerveja, bebi um gole longo e respondi:

“Tô ótima.”

A porra dele ainda escorria enquanto eu ria da conversa seguinte.

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