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Ele ainda estava suado da corrida quando eu puxei ele pro carro

Terminei a corrida no Ibirapuera e troquei um olhar com um novinho suado no bebedouro. Quase nenhuma conversa: em dois minutos a gente estava no carro dele, no estacionamento.

Casuais · 3 min · Letícia · 2 leituras

Eu estava terminando a corrida no Ibirapuera quando vi ele.

Novinho, uns 23 anos no máximo. Camiseta cinza colada no peito, molhada de suor, shorts pretos curtos. Pernas fortes, panturrilha marcada. Ele parou perto do bebedouro, inclinando o corpo pra frente, respirando pesado. O suor escorria pelo pescoço e desaparecia dentro da gola.

Eu parei do lado, fingindo que também precisava de água. Ele olhou de lado. Eu olhei de volta. Não tinha conversa fiada. Só aquele olhar de quem está com o corpo ainda quente e a cabeça vazia.

“Você mora perto?”, eu perguntei.

Ele apontou com a cabeça pro estacionamento.

“Carro ali.”

Eu sorri.

“Então vamos.”

O carro era um Civic velho. Entramos. O cheiro de suor masculino bateu forte assim que ele fechou a porta. Eu não aguentei. Puxei a camiseta dele pra cima e lambi o peito salgado, o mamilo, a linha do suor que descia até a barriga. Ele gemeu baixo e puxou meu cabelo. Eu desci a mão dentro do short. O pau já estava duro, quente, a cabeça molhada de pré-gozo misturado com suor.

Tirei o short dele de uma vez. O pau bateu pra fora, grosso, veias saltadas. Eu desci a cabeça e chupei sem delicadeza. Salgado. Suor, pele quente, o gosto de quem acabou de correr. Enfiei até a garganta e segurei lá. Ele prendeu a respiração e segurou meu cabelo com as duas mãos.

Não tive paciência pra ficar só nisso. Subi a saia de corrida, puxei a calcinha pro lado e me sentei em cima dele no banco do passageiro. O pau entrou inteiro de uma vez. Eu estava encharcada desde o momento em que vi o suor escorrendo pelo pescoço dele. Ele soltou um gemido rouco e cravou os dedos na minha bunda.

Comecei a cavalgar com força. O carro balançava. O barulho molhado da minha boceta engolindo o pau dele enchia o espaço pequeno. Suor dele misturado com o meu. Eu lambi o pescoço salgado, mordi o ombro, rebolei até sentir a cabeça do pau batendo fundo. Ele metia pra cima, sem ritmo, só vontade.

“Mais fundo”, eu falei contra a boca dele.

Ele agarrou minha cintura e fodeu de baixo com tudo. Eu gozei primeiro, apertando o pau dele, gemendo alto demais pro estacionamento. Ele não parou. Virou meu corpo, me colocou de quatro no banco e meteu de novo por trás. As mãos grandes segurando minha bunda aberta, o pau entrando até o saco bater em mim. O suor escorria do peito dele nas minhas costas.

Ele gozou fundo, gemendo baixo, pulsando dentro de mim. Eu senti o calor enchendo e escorrendo quando ele tirou. Fiquei ali de quatro por alguns segundos, respirando, a porra dele descendo pela minha coxa misturada com suor.

Ele passou a mão entre as minhas pernas, subiu os dedos molhados até minha boca. Eu chupei.

Nenhum dos dois falou quase nada depois. Ele só perguntou se eu queria o número. Eu pedi. Salvei como “Ibirapuera suado”.

Foi a melhor corrida da semana.

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