A gente já tinha conversado sobre isso várias vezes.
Não era a primeira vez que ela saía sozinha. Mas era a primeira vez que eu pedia pra ela escolher alguém especificamente mais novo e mais bruto do que eu. Ela achou graça, perguntou se eu tinha certeza. Eu disse que sim.
Ela saiu às onze. Vestido curto, preto, sem calcinha (combinado). Eu fiquei em casa tentando ver série. Não consegui. Fiquei no sofá com o pau duro a noite inteira, imaginando.
Ela voltou quase quatro da manhã. O cabelo bagunçado, a boca vermelha, o vestido amassado. O cheiro chegou antes dela: sexo, suor de outro homem e um perfume que não era o dela.
Ela parou na frente de mim e sorriu de canto.
“Você quer saber?”
Eu só acenei com a cabeça.
Ela tirou o vestido na sala mesmo. Estava nua por baixo, a boceta ainda inchada e brilhando. Sentou no meu colo, de frente, e eu senti a umidade quente dela molhar minha calça. O pau latejou.
“Ele me comeu no carro primeiro”, ela começou, rebolando de leve. “No estacionamento do bar. Me colocou de quatro no banco de trás e meteu sem muita conversa. Grosso. Mais grosso que o seu. Eu gozei rápido demais.”
Eu abri o zíper, tirei o pau e enfiei nela de uma vez. Ela estava encharcada e frouxa do pau do outro. O contraste me deixou louco. Ela gemeu e continuou falando enquanto eu metia devagar de baixo.
“Depois a gente foi pro apartamento dele. Ele me chupou até eu gozar de novo e aí me fodeu de frente, olhando pra mim. Falava putaria o tempo todo. Me chamou de puta. Eu deixei. Gostei.”
Eu segurei a bunda dela com força e acelerei. O barulho molhado era obsceno. Cada vez que ela descia, eu sentia o quanto ela ainda estava aberta pelo outro.
“No final ele gozou na minha boca”, ela disse, ofegante. “Eu engoli. Depois ele me virou de novo e meteu mais uma vez, mais fundo. Gozamos juntos, ele dentro de mim. Acho que gritei.”
Eu não aguentei. Virei ela de quatro no sofá, segurei o cabelo e fodi com raiva e tesão ao mesmo tempo. Ela empurrava pra trás e ria baixo.
“Você está mais duro que o normal”, ela falou.
“Porque você ainda está com o gosto e a porra dele dentro”, eu respondi.
Ela gozou apertando meu pau. Eu gozei logo depois, fundo, enchendo o que o outro já tinha usado. Ficamos parados, eu ainda dentro, sentindo a bagunça escorrer misturada.
Ela olhou por cima do ombro, o cabelo grudado no suor, e perguntou, quase baixinho:
“Foi bom pra você também?”
Eu beijei as costas dela e respondi a verdade:
“Foi melhor do que eu imaginava.”
Ela riu cansada e deitou no sofá. Eu fiquei olhando a porra dos dois escorrendo pela coxa dela e pensei que a gente ia precisar conversar de novo sobre regras.
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