Eu já suspeitava. Durante nossos encontros ela tirava selfies comigo o tempo todo, algumas até me beijando. Perguntei por que fazia isso e ela respondeu que estava se exibindo para uma amiga de muita confiança. As duas tinham a mesma fantasia: ficar com alguém mais novo. Ela estava realizando isso por ambas.
Na nossa primeira noite de sexo eu estava deitado na cama, recuperando o fôlego. Já tinha gozado várias vezes, a maior parte dentro dela. Em algum momento acabei cochilando. Entre sonhos, vi que ela estava em uma videochamada. Me posicionava de forma que eu aparecesse no enquadramento e, no quadrado da tela, dava para ver um homem. Quando olhei melhor, ela tirou o telefone rápido e desligou.
“O que você está fazendo, linda? Com quem estava falando?”
Ela hesitou.
“Espero que você não fique bravo, mas eu estava mostrando para minha amiga como você estava gostoso depois de me foder.”
Eu sorri e puxei ela para perto.
“Então deixa isso e vem deitar no meu peito.”
Ela veio rápido, como se tivesse ganhado um presente. Me deu um beijo doce enquanto acariciava meus testículos com os dedos. Eu passei as mãos pelas pernas dela, suaves e recém depiladas só para mim.
“Eu adoro a fome que você tem da minha pica. Há pouco você montou em mim como uma deusa. Está incrível.” Beijei ela devagar, fazendo círculos em um dos mamilos com o polegar. “Você é minha, pequena. Quem é minha deusa?”
Ela soltou um suspiro e os mamilos endureceram na hora. Interrompi o beijo, abri as pernas dela e comecei a acariciar a parte interna das coxas, bem perto da buceta. Roçava os lábios externos de propósito, mas nunca tocava o clitóris. Lambi os dedos e brinquei com a virilha, mudando de direção sempre que chegava perto demais, deixando ela desesperada.
“De quem você é, linda?”
Ela só gemeu baixo e mordeu o lábio.
“Não ouvi. De quem é essa buceta tão apertada?”
Passei os nós dos dedos por cima, abrindo os lábios dela sem pressa.
“Não me faz dizer isso… sou casada”, respondeu com uma carinha de inocente, ao mesmo tempo que cercava meu pau com a mão e começava a me masturbar.
Voltei a mão para as coxas e senti a pele molhada. Gotas do fluxo dela escorriam pela virilha. Limpei com os dedos, passei nos lábios dela e beijei com força.
“Você não precisa responder. Seu corpo já falou por você. Só responde aos meus beijos e às minhas mãos.”
Ela tentou me dar um tapa. Peguei a mão no ar, levei os dedos à boca e beijei a palma enquanto apertava as nádegas dela. Ela puxou a mão de volta, se colocou entre minhas pernas, agarrou meu pau com as duas mãos e começou a beijar a cabeça.
“O que você quer que eu diga? Que agora sou sua puta?”
Naquele momento peguei o telefone dela e comecei a gravar.
“Você quer que eu diga que essa pica está me deixando louca? Que você me faz gozar como uma louca? Que em tantos anos de casamento eu nunca gozei tanto quanto essa noite que nem acabou? É isso? Que agora sou sua? Que você pode me foder quando quiser? Que pode meter essa piroca onde quiser em mim?”
Cada frase mais safada fazia meu pau pulsar nas mãos dela. De repente ela engoliu fundo, se sufocando entre saliva, lágrimas e ranho. Parou só o suficiente para falar, ainda ofegante:
“Você quer que eu diga que cansei de chupar sua pica de tão gorda que ela está? Meu marido a essa altura já teria gozado. Não sei como vou explicar que a partir de agora não vou sentir mais ele. Com o sexo nulo que a gente tem, talvez eu te coloque no lugar dele.”
Eu continuei filmando.
“Então manda esse vídeo e fala pra ele que já te perdeu. Que agora você é minha puta pessoal. Acha que eu não sabia que os outros vídeos não eram pra amiga nenhuma?”
O rosto dela mudou de safado para pálido.
“O quê? Eu não… você soube? O que te faz achar isso?”
Não deixei ela terminar. Agarrei os cabelos, enfiei o pau fundo na garganta e prendi a cabeça dela contra a parede, sem chance de escapar. Entreguei o telefone de volta.
“Vai. Quero ver você mandar.”
Entre engasgos ela conseguiu enviar. Só quando vi a confirmação é que tirei o pau da boca dela. Ela tossiu, ficou vermelha, ajeitou o cabelo e olhou pra mim com os olhos brilhando.
“Deus… me arrebenta logo.”
Me joguei em cima dela como um animal. Empurrei contra a parede e fodi com força. Estrangulei de leve, fiz ela montar, e quando as pernas fraquejaram, prendi os pulsos atrás das costas e continuei metendo sem piedade. No último orgasmo ela ficou mole, estirada. Esperei alguns segundos, até ela abrir os olhos e me puxar pela cintura pedindo mais. Enfiei de novo. Pouco depois ouvi ela murmurar, quase sem voz:
“Já… já estou farta de pica, meu amor.”
Me sentei no sofá do motel ainda duro pra caralho. Comecei a me masturbar olhando ela nua, deitada como uma deusa. Quando estava quase gozando, me aproximei do rosto dela, beijei tudo e sussurrei no ouvido:
“Você merece tudo, linda.”
Deitei ao lado e dormimos juntos. Quando acordamos eram oito da manhã. Paguei a diária extra do motel e a levei para casa. Depois de um esforço para sair do carro, ela tocou a campainha. O marido abriu a porta, fingindo surpresa. Deu para ver ele dar um par de beijos nela antes que a porta se fechasse.
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