Leitura

Eu dei pro novinho da Oktoberfest no banheiro químico e ainda voltei pra mesa como se nada tivesse acontecido

Eu estava três canecas à frente quando vi o novinho dançando mal na pista. Troquei um olhar, puxei ele pro banheiro químico do fundo e dei pra ele ali mesmo. Depois voltei pra mesa e continuei a noite normalmente.

Casuais · 3 min · Marina · 2 leituras

Eu estava três canecas à frente quando vi ele.

Novinho, no máximo 24. Camisa xadrez aberta no peito, bermuda jeans, copo de chopp na mão e aquele sorriso de quem ainda não sabe que está sendo caçado. Ele dançava mal e sem vergonha perto da pista improvisada da tenda. Suor no pescoço, braços veiados, a camisa colada nas costas.

Eu segurei o olhar dele por três segundos a mais do que o educado. Ele veio.

“Você dança?”, perguntou, já perto demais.

“Não. Mas eu faço outras coisas.”

Ele riu, nervoso. Eu peguei a mão dele e puxei na direção dos banheiros químicos no fundo do terreno. A fila estava grande, mas o último box do fundo estava livre. Empurrei ele pra dentro e travei a porta.

O cheiro de desinfetante e cerveja misturado era horrível. Eu não liguei. Abri a bermuda dele de uma vez. O pau já estava duro, grosso pro tamanho do corpo, a cabeça brilhando. Eu segurei e masturbei duas vezes só pra ver a reação. Ele engoliu em seco.

“Quantos anos você tem?”

“Vinte e três.”

“Perfeito.”

Eu virei de costas, levantei o vestido de manga curta até a cintura e puxei a calcinha pro lado. Não tinha paciência pra tirar. Ele encostou a cabeça do pau na minha boceta e eu empurrei pra trás, engolindo ele inteiro de uma vez. Ele soltou um gemido alto demais pro banheiro químico.

“Quieto”, eu falei por cima do ombro. “Ou eu paro.”

Ele segurou minha cintura com as duas mãos e começou a meter. No começo sem ritmo, nervoso. Eu rebolei pra trás e determinei o ritmo. Fundo, firme, sem pressa. O box inteiro balançava. Cada estocada fazia o plástico da parede bater. Eu estava encharcada, o barulho molhado mais alto que a música lá de fora.

Quando senti ele começar a tremer, parei, saí de cima do pau dele e virei. Me agachei e engoli até a garganta. Chupei com vontade, sentindo o gosto da minha boceta nele. Ele segurou meu cabelo e gozou sem avisar, jatos quentes enchendo minha boca. Eu engoli tudo, limpei o canto da boca com o dedo e chupei o que sobrou.

Levantei, ajeitei o vestido e olhei pra ele ainda ofegante, a bermuda no meio das coxas, o pau mole e molhado.

“Agora você volta pra seus amigos e não conta pra ninguém.”

Ele só conseguiu acenar com a cabeça.

Eu saí primeiro. Lavei a mão na pia improvisada, voltei pra mesa, peguei a caneca que ainda estava pela metade e continuei a conversa exatamente de onde tinha parado. Nenhuma das minhas amigas perguntou nada.

O novinho passou por mim meia hora depois. Olhou de longe. Eu levantei o copo em um brinde discreto e sorri de canto.

Ainda sentia o gosto dele na boca quando pedi a quarta caneca.

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